Revelado motivo que “tirou” a Libertadores de 2013 do Corinthians

Um dos maiores Corinthians da história – recém campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes da Fifa de 2012, além das conquistas do Campeonato Paulista e da Recopa Sul-Americana no ano seguinte -, foi realmente “tirado” da maior competição do continente em 2013. E isso gera revolta nos torcedores até hoje.

Tanto é que o ex-presidente do Corinthians, Mário Gobbi, em entrevista ao programa ‘Zona Mista’, com o jornalista André Hernan, garantiu que o árbitro Carlos Amarilla errou de propósito para prejudicar o clube. Tudo, por conta da trágica morte do garoto Kevin Espada, em Oruro.

Tragédia dentro e fora de campo

“(A Conmebol) mandou o Amarilla ‘operar’ a gente porque o Corinthians era um time homicida. Simples assim. O que o Amarilla fez naquele jogo foi o maior roubo da história do futebol mundial. Acabou o jogo do Boca e o presidente foi no nosso vestiário: Ele falou que o Boca não estava sendo beneficiado, que iria cair nas quartas, e que não sabia quem estava por trás disso. Respondemos que sabíamos quem estava por trás”, disse Gobbi.

Para o ex-presidente do Corinthians, a razão era uma só: agir em represália ao Corinthians por conta da morte trágica do garoto Kevin Espada, atingido por um artefato explosivo jogado pela torcida alvinegra em um jogo em Oruro. Ao invés de eliminar o clube do Parque São Jorge, a entidade máxima do futebol sul-americano teria optado por agir com a arbitragem no duelo contra o Boca.

“Não fomos bi da Libertadores em 2013 por causa de Oruro. Não acho, tenho certeza. Como um ‘time homicida’ pode ser campeão da Libertadores? O Corinthians foi massacrado pela mídia esportiva brasileira, como sendo o homicida do Kevin. Mas o jogo não foi no Brasil, o mando não era do Corinthians, o policiamento era de Oruro, etc. Não compramos luminoso, não demos passagem, ingresso, e não temos controle sobre a conduta do torcedor […] Carregamos essa pecha por culpa da imprensa brasileira. Nos imputaram um crime”, concluiu.

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